A Copa do Mundo não é um esporte. É um negócio

Em 1930, 13 países participaram da primeira Copa do Mundo sem transmissão. Em 2026, esse mesmo torneio vai gerar quase 11 bilhões de dólares para uma única organização privada na Suíça. E o Brasil esteve no centro de tudo — criando, alimentando e pagando — sem nunca controlar.

Este é um documentário sobre a Copa do Mundo como negócio: a origem do modelo comercial criado pelo brasileiro João Havelange, as redes de corrupção que ele tornou possíveis, os 11 bilhões que o Brasil gastou em 2014, e o paradoxo de um país que deu ao futebol seu rosto mais famoso e recebeu de volta cofres saqueados e estádios vazios. Economia, História, Negócios e Geopolítica pela perspectiva do dinheiro.

00:00 Abertura — O paradoxo brasileiro
01:06 A origem: do ideal ao espetáculo
02:41 João Havelange: o homem que criou a máquina
05:25 Corrupção, propina e a herança maldita
08:46 Qatar: o pico da corrupção
10:38 O modelo de negócios da FIFA
13:12 O Brasil paga a conta: Copa 2014
15:30 A marca Brasil e o fim do favoritismo
17:32 Cartolas brasileiros no centro do poder
19:22 2026: a maior Copa de todos os tempos
21:14 Conclusão: poder, dinheiro e identidade